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«Os vossos filhos
não são vossos, pois são os filhos e os filhos da
vida que aspira a si mesma; eles nascem por meio
de vós, mas não de vós; e embora vivam convosco,
não vos pertencem.»
Kahlil Gibran
A selecção de
embriões humanos com sentença de morte, à
descrição e por parte das mulheres, começa agora
em Portugal, a exemplo dum modo de vida europeu,
civilizacional, dizem os mais progressistas. Há
embriões que se enquistaram em fêmeas que não
são dignas, nem para lá caminham, da reprodução
materna da espécie humana. É uma constatação.
Ponho de parte as que foram vítimas de
violações; essas foram vítimas, e estão no
direito de não quererem acarretar com a
consequência dum acto praticado pela violência
do homem no estado bruto ou do machão
abrutalhado. Mas, quanto às outras, as
imprecauções pagam-se, e não parece lícito
deixarem de poder ser irresponsabilizadas. A
falta de planeamento familiar também se paga.
Estas questões foram mal equacionadas. Nem todos
os casos são iguais. Querer ver-se livre dum
feto, por não querer desenvolvê-lo no seu corpo,
não é razão bastante para abortar. Optar por
liquidar sumariamente uma criatura vincenda,
produto dum espermatozóide que conseguiu vencer
a barreira limite do óvulo resistente, não é
razão suficiente para arrancar entranhas e
embriões. A semente que germina e se transforma
em planta ou árvore, dá-nos o exemplo da
fertilidade universal, e, para o caso do embrião
humano, acresce o facto de este conter uma parte
da energia anímica universal que todos
compartilhamos no planeta, situemos a
questão seja em que religião for, ou crença
espiritual. Não somos animais irracionais, creio
eu.
É a selecção que
começa. Em Esparta liquidavam-se as crianças
deficientes e os velhos inúteis para a guerra.
Na Europa, e não só neste continente, vão-se
cuidar agora das fêmeas que abortam por sua
livre e espontânea vontade, ao seu
livre-arbítrio arbitrário, por não estarem
preparadas para a maternidade responsável. Estas
deixaram-se fecundar, mas não aceitam o
resultado do seu acto frívolo. Justificarão que
não sabiam que quem goza com o fogo, fica
queimado na maior parte das vezes. Não souberam
evitar ou contornar o fogo, como se tivessem
sido vítimas de um incêndio devastador, onde
verdadeiramente não se queimaram, mas quem se
vai queimar é o fruto da relação impensada; esse
fogo é o fogo da paixão, do prazer ou da
curiosidade irreflectida; mas os actos sexuais
fertilizam dentro de uma barriga, e a esse
estado é que a inteligência ainda não chegou.
Eventual e frequentemente floresce num ventre um
ser humano, porém, a partir de agora, pode
apagar-se a chama dessa vida. Corta-se,
erradica-se, apaga-se, mata-se, assassina-se.
Julgávamos que
Esparta estava morta, mas ela renasceu.
Entendem, não entendem?
A selecção
começou. Nascerão a partir deste momento, os
aptos e amados, os fortes e benquistos. Estes
que terão um berço com guizos à sua espera ou
estrelinhas por cima. Consequentemente, a raça
humana está a depurar-se, sem a perspectiva de
ajuizar tudo pelo recurso à inspiração divina ou
crença religiosa. Acabará provavelmente esse
mito de que há grandes homens que nasceram em
ambientes humanos e sociais, muito difíceis de
suportar. Mas, foi por isso mesmo que se
tornaram grandes homens e mulheres. Uma
depuração sem a perspectiva da vida divina, ou
sem a transcendência diferenciadora da vida
animal. Também esta só é possível se for
desejada por quem a recebeu. Mais do que nunca é
preciso muita sorte para nascer, pois se houver
azar em gerar-se num ventre repulsivo à vida, e
dela indigno, não se tem direito a compartilhar
a vida universal. E agora o Direito confere essa
falta de direito ao nascituro, no fundo para que
a vida colectiva não suporte mais o peso e a
incomodidade dos seus alicerces e dos resultados
das suas deficiências.
De facto, a
sexualidade passa a ser uma qualidade humana
dispensável. Quando a procriação pode fazer-se
medicamente assistida, e até o espermatozóide
nem é necessário para a reprodução, a raça
superior começa a ser possível. Os clones
poderão ser industrializados, os melhores podem
ser seleccionados e reproduzidos em série, como
fazem os agricultores ao seleccionar as sementes
para a semeadura. É assustador o mundo que a
ciência futura. A essência espiritual da
humanidade vai perdendo, destarte, no presente,
o seu campo modelador de acção ancestral.
O que está em
causa é a depuração da raça, que alguns
sociológicos e antropólogos têm vindo a anunciar
desde há algum tempo. Se hoje a mulher pode
decidir sozinha sobre a retenção orgulhosa ou
não, de uma das suas características, talvez a
primordial, a mais sublime certamente, na vida,
que é a de conceber outras vidas no seu seio
materno, e ampará-las na meninice e na
adolescência, há-de chegar, se calhar, o tempo
em que não terá também o direito a exercer essa
possibilidade, por não estar dotada de
qualidades para a concepção. Nesta depuração da
raça, será a própria sociedade organizada, em
estado avançado por uma ideologia que pode
dominar a vanguarda civilizacional, que imporá à
feminilidade, as exigências que lhe são
características para poder viver noutro planeta,
na forma e no conteúdo de outra humanidade, que
não esta, futuro este a que estamos sujeitos. E
neste sentido creio que serão as próprias
mulheres emancipadas e maduradas, a fazer a
selecção em relação às que são fêmeas sem as
mínimas condições de procriar. Serão elas as
seleccionadoras, as que poderão dizer mata-se e
esfola-se: ou seja, serão elas as que poderão e
deverão conduzir embriões e fêmeas para o
matadouro, ou, pelo contrário, glorificar a vida
em todas as suas vertentes. Está aberto um novo
e original percurso existencial de acordo com o
apuramento da raça a exportar para outra
galáxia. Porque vai chegar esse momento,
possivelmente a médio, mas certamente a longo
prazo, em que a vida terrestre não será mais
possível nesta bola progressivamente conspurcada
com um sol a apagar-se muito lentamente até à
extinção dentro de milhões de anos, com outras
prováveis vicissitudes calamitosas à espreita.
A pura vida
divina inviolável dá lugar a outra: uma raça
humana inviolável na pureza de todas as suas
potencialidades. O conceito antigo de Deus,
ainda presente, mas em estado de progressivo
esquecimento, dará lugar a uma raça original e
pura, capaz de expurgar as falhas, os defeitos,
as deficiências congénitas, mentais, económicas,
estruturais, conjunturais, condicionais,
sociais, antropológicas, todas essas que
diferenciam já neste estado os que vivem e
usufruem da vida, e os que apenas vegetam como
seres duma raça inferior. Hitler teve esta
lúcida visão... E nem quero falar, para não
levantar chamas de paixão sectária, de outros
ditadores que dispuseram da vida dos outros
cidadãos com este mesmo sentido depurador. E
mais não digo, pois discorro por projecções existenciais
que podem ferir convicções contrárias, com
retornos perigosos, e desequilibrar
psicoparadigmas em desenvolvimento, antes do
tempo próprio, neste mundo onde somos
simplesmente peregrinos; todavia, o resto que
aqui, e neste escrito, é sugerido apenas, e
ciciado pela rama, fica para vossa
interpretação, pesquisa e meditação, e para
vosso final juízo cuidado!
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ANALISANDO O ABORTO
Humberto Rodrigues
Neto
Como qualquer outro
acontecimento de aspecto doloroso, é preciso
analisar-se o aborto não pelas dimensões reduzidas
de nosso intelecto quando encarnados, mas de uma
outra dimensão, como espíritos, quando adquirimos
faculdades de percepção bem mais agudas.
O embrião humano já é
alguém vivo desde o momento da concepção, posto que
vincula-se, a partir daquele momento, a um espírito
a quem emprestará o seu invólucro carnal a fim de
que possa viver num corpo carnal para cumprir o
aprendizado de sua próxima encarnação. Então não há
nem como perguntar-se, por absurdo, se um feto de
quatro, cinco, ou dez semanas já possa ser
considerado como um ser humano.
Desta forma, toda
mulher que pratica o aborto será a responsável pela
interrupção de uma das fases do ciclo evolutivo que
aquele espírito, por desígnios divinos, deveria
cumprir a caminho do seu aperfeiçoamento moral.
Por conseguinte, o
único tipo de aborto imune à punição prevista pelos
sábios e infalíveis tribunais celestes é aquele
determinado pelo risco de morte que o nascimento do
feto possa acarretar à mãe na hora do parto.
Mesmo os abortos
praticados sob a justificativa de a gravidez ter se
originado de um estupro, constituem crime, ainda que
acobertados pela proteção da lei, pois pode dar-se o
caso de ele ter sido solicitado pela própria mãe,
quanto espírito, como autopunição de algum deslize
por ela praticado em vidas anteriores, quando,
encarnada num corpo masculino, provavelmente tenha
submetido alguém ao constrangimento e aos danos
morais do estupro, fato de que só toma conhecimento
nas esferas superiores e que, segundo as leis
divinas de causa e feito deve ser expiado por aquele
que lhe der causa.
Como os magistrados
que elaboram tais leis, fazem-no ao rés da terra,
nada conhecendo da mecânica que regula as relações
entre espíritos e encarnados, elaboram as leis sob a
acanhada óptica terrena, sem ao menos examinar quais
os conceitos das diversas religiões sobre aquilo que
estão legislando.
Afora a exceção acima
apontada, qualquer outro tipo de aborto constitui
assassinato, agravado pela circunstância de não
oferecer à pequenina vítima nenhuma chance de defesa
contra esse nefando crime
É profundo doloroso
tomar conhecimento de que um povo correto como o
português, tradicionalmente respeitador do direito à
vida, e dotado de um profundo senso de
religiosidade, tenha se deixado enganar, numa grande
maioria, ao votar pela legalização dessa horrenda
monstruosidade constituída pelo aborto!
Perdoai-os, Senhor!
Não sabem o que fazem! |
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Não quero me
omitir, ms não me sinto segura em dizer sim ou não
ao aborto!
O melhor seria
sempre a consciência do casal em procurar
"evitar" com tantos meios possíveis o procriar.
Todavia se acontecer, terem consciência e
maturidade suficiente para discutir o assunto ...
Nos casos de estupro, ou por doenças
retransmissíveis acho que deveria haver leis a
respeito. O mundo não se acabará se a população
diminuir - haja vista tantas guerras - o que se
precisa fazer é educar, conscientizar os povos,
dar-lhe melhores chances de vida e bem estar, com
esclarecimentos vindos de médicos, pessoas
jurídicas e entendidas do assunto. Que vale o voto
de uma pessoa leiga? Matar, abortar? - Sim ou não?
Que horror?....
Luiza Benício
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Respondendo à
solicitação do ECOS DE POESIA para comentar o
referendo
do dia 11 de Fevereiro de 2007 sobre a I.V.G., aqui
estou a dar o meu contributo e opinião.
Em primeiro lugar quero dizer que no referido
referendo votei Sim. E votei Sim porque entendo que
a mulher não pode nem deve ser penalizada por ter
cometido tal acto. Acontece que a I.V.G. era ilegal
portanto feito às escondidas e nas piores condições
de segurança e sem cuidados médicos, isto era
duplamente injusto já que quem tinha
condições financeiras desafogadas tinha a
possibilidade de o fazer no estrangeiro e isso era
frequente.
Quem tinha escassos recursos além de ter que o fazer
nas condições já descritas, tinha ainda contra si a
lei que as punia e por isso ter de o fazer às
escondidas. Tinha portanto contra si o facto de
fazer um aborto que concerteza no seu íntimo não o
quereria fazer, mas que as
circunstâncias a isso obrigavam , mas também o medo
da justiça, o que era aviltante.
Segundo as
estatísticas, fazem-se em Portugal cerca de 20.000
abortos por ano e uns milhares de mulheres dava
entrada nos hospitais com os mais variados problemas
resultantes do aborto feito nas piores condições e
algumas centenas morriam, esta é a verdade nua e
crua.
As mulheres têm agora a possibilidade, caso queiram
e tenham necessidade, de o fazer em condições da
segurança e sem o estigma de ser uma criminosa, por
isso valeu a pena a despenalização da I.V.G..
O Não fez a sua campanha com muitos processos pouco
dignos ignorando os abortos que se fazem em Portugal
parecendo que até agora não os havia e que agora
sim iam haver aos milhares o que não é verdade.
Portanto a lei que daqui irá sair é uma lei que
dignifica a mulher tenha ela votado Sim ou Não, a
lei não vai obrigar mulheres a abortar mas sim a
dar-lhe condições dignas se tiver necessidade de o
fazer.
A lei vai legitimar uma situação que já existia, que
era punida por lei e que penalizava só as mulheres
mais pobres e mais frágeis .
Aqui fica o meu parecer sobre este assunto.
Antonio Marques da Silva (Markus)
Almada Portugal |
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ABORTO
Naidaterra
Com certeza a vida já pulsa com apenas 10 semanas...
Quanto a população, independe, se a questão for a
liberação do aborto. Controle de natalidade é uma
questão
de educação, falha no Brasil com certeza.
Na verdade, hoje em dia há centenas de clinicas
clandestinas e, uma porcentagem bem acentuada de
mulheres que não querem prosseguir com a gravidez,
frequentam estas clinicas, e mais de uma vez se
necessário. Se for liberado o aborto, estas clinicas
clandestinas, só terão o trabalho de divulgarem
abertamente, como "particulares".
Na verdade, houve significativa diminuição de filhos
por casal, dois (02) é suficiente, já não estamos
mais passando por situações de casais com 4, 5 ou
mesmo 6 filhos...
O que ocorre também, é que os jovens entre 20 e 28
anos, universitários decidiram não ter filhos até
que a violência seja sanada ou diminuída...
Entre 10 universitários no mínimo 4 têm este
pensamento.
Outra situação que alegam é que o país, é
instável, não lhes garante moradia, alimento,
educação e saúde...
O problema maior está entre a moçadinha de 12 a 18
anos de idade, mesmo assim, muitas já se têm
endereços das tais clínicas...
Bem, acho que não é preocupante a questão população,
mesmo a educação estando muito ruim, as pessoas
estão mais conscientes, ou mais decepcionadas...
Quanto a ser contra ou a favor do aborto, sem
justificativas ou hipocrisia, sou contra, é sem
dúvida nenhuma, romper uma vida que está se
formando, agora, isso não me dá o direito de
condenar, julgar quem o faz...
Todos temos direitos e o livre arbítrio...
Ser contra, não significa que a pessoa não cometerá
o ato, ela, só está assumindo a responsabilidade de
fazer algo que não é certo, mas que na situação que
se apresenta, se faz necessário...
Na verdade, RARAMENTE se faz deliberadamente um
aborto, sem um motivo significante...
Naidaterra
fev/2007
São Paulo-Brasil |
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Caro Victor:
estou mandando uma matéria que não é exatamente um
texto sobre a importância de não se fazer aborto,
mas uma revelação de Jesus a uma carismática
alemã-não sei se você conhece que é super
importante, porque é um batismo das crianças
abortadas. Lógico que como você vai ver ele é um
grito contra o aborto-espero que você possa
publicá-lo pq inclusive algumas publicações
citadas são portuguesas. Grande abraço e me diz se
gostou ....acho que Jesus e Maria ficariam super
felizes se isso for publicado.
Ana Lúcia
Vasconcelos
Jornalista,
escritora-brasileira
***
É possível batizar as crianças
abortadas você pode fazer isso
Ana Lúcia Vasconcelos
Deus tem se revelado ao longo de toda a
história da cristandade, através de revelações aos
chamados confidentes ou videntes, que são nada menos
que os modernos profetas já que o Espírito Santo
sopra onde quer e ninguém pode deter seu “sopro
poderoso”. Isso, apesar da Igreja ainda não aceitar
muitas delas oficialmente. Estou escrevendo dois
livros sobre esses temas: um sobre Aparições da
Virgem Maria que está sendo publicado em
capítulos no Portal da Maytê-
http://www.comunidademayte.com/Portal/ e
podem ser lidos nesses links * e outro -
As
Últimas Revelações de Jesus e Maria para a
Humanidade, ainda inédito e inacabado e que
pretendo igualmente publicar na internet.
Ora, entre as centenas de revelações ocorridas
nos últimos séculos e especialmente no tempo
presente, quando Deus está abrindo as portas do céu
e derramando com abundância a sua misericórdia
infinita, para justamente alertar os homens dos
perigos que estão correndo por não acreditarem n
‘Ele, Criador de tudo, Deus da Vida e da Morte, e
assim estarem transgredindo as Suas Leis das formas
mais hediondas. Ele diz justamente que estamos no
tempo da Misericórdia e logo mais será o tempo da
Justiça cujos sinais, aliás, já podem ser vistos nas
inúmeras catástrofes naturais - terremotos,
maremotos, tufões, enchentes, acidentes, crimes
hediondos. Os apelos de Jesus e Maria são sempre
pela oração, jejum e penitencia para que se possa
salvar o maior numero de almas que caminham para a
perdição eterna. E para isso pedem almas- vitimas,
almas –hóstias que se sacrifiquem pela salvação da
humanidade.
Entre, portanto, milhares de aparições, Jesus
se revelou a uma mulher, carismática alemã chamada
Margarida Maria, conforme se pode ler no seu Diário
(Diário de Margarida) no dia 6 de dezembro de
1974. Segundo dizem os estudiosos desta revelação,
ela foi distinguida com favores místicos por ser mãe
de família, modesta, corajosa e alegre mesmo no
sofrimento, e especialmente por sua vida de
sacrifício em favor da salvação das almas do
purgatório.
Mas vejamos como ela mesma narra a visão.
“Estava sentada no banco de um trem, do lado da
janela e rezava o meu terço. De repente vi uma luz
muito intensa. Jesus estava ao meu lado e me disse:
‘Olha que grande covil de assassinos! ’Olhei para um
e outro lado, e disse: Senhor, aqui só vejo campos.
Talvez quereis Vos referir a esse grande edifício
com uma cruz luminosa, sobre a qual se lê: Clinica
Ginecológica”.Jesus respondeu: ‘Sim, é do que quero
falar. Desses médicos, dos quais há muitos mais do
mesmo gênero e haverá ainda muitos outros. Reza
pelos médicos, por todos quantos os ajudam,
sobretudo pelas mães que matam os seus filhos e os
mandam matar antes do nascimento. Esta noite irei te
falar deste mesmo assunto por mais tempo.”
Com efeito, continua a vidente, naquela noite
Jesus mostrou a ela um quadro verdadeiramente
horrível. “Vi a terra coberta de minúsculos
cadáveres de crianças. Era de tal modo horrível que
não resisti a anotar no meu Diário: ‘ Vi a matança
dos inocentes de Belém, ampliada milhares de vezes.
Chorei muito, à vista de tão horroroso espetáculo”.
O Senhor disse então: “O Espírito impuro bateu
a todas as portas. A maior parte delas foi aberta.
Ai dos que o ouvem! Nesta mesma noite, irão a pique,
sob sua própria casa, no lamaçal dos seus próprios
pecados... Junto aos túmulos, choram-se as crianças
que Deus chamou para si. E é Ele o Senhor! Mas não
se choram as crianças que são cruelmente
assassinadas!... Pelo contrário, tempos virão em que
se julgará agradar a Deus e aos homens massacrando
tais crianças. Abençoada seja toda a casa em que
habite uma alma reparadora”.
E a vidente continua: ‘Vi então no firmamento,
inúmeras cabeças de crianças. E disse: Mas Senhor,
serão mesmo as cabeças dos Teus anjos?”O Senhor
respondeu: ‘Ei-los, esses pequeninos a quem roubaram
a vida. Serão eles os acusadores perante o tribunal
de Deus. Reza pelos assassinos, para que façam
penitência.’ Eu continuei: Senhor, porque me
mostrastes tudo isso? Eu sei que esses pequeninos
não mais verão a Deus.”
Jesus então disse à Margarida Maria: “Maria, tens
uma grande missão a cumprir. Estes pequeninos
poderão ir para o céu e chegar à visão de Deus...
Comunica o que eu vou te dizer mesmo aos meus
sacerdotes. Encontrarás resistência e sofrerás com
as dificuldades, mas com o tempo compreender-se-á
tudo o que te digo e por-se-á em prática... para
maior felicidade de todas estas criancinhas”.
Massacre dos Inocentes
E Jesus continuou: “Neste momento o meu coração
está magoado pelo massacre dos inocentes, vítimas de
uma sociedade ímpia, cujo único dever é proteger a
vida, sagrada desde a sua concepção e que se torna
culpada do mais horrível dos crimes, afrontando com
aparente imunidade a cólera do seu Deus. Estas almas
de crianças sacrificadas clamam vingança ao Céu! A
inércia de muitos cristãos perante esses horrores
sem nome, é para Mim uma Segunda Agonia. Sob essas
fachadas de homens de bem, se oculta a gangrena das
almas apodrecidas pela perversão, mas, para além das
aparências, o trabalho da graça realiza-se nas almas
fiéis e convida-os ao bom combate.”( Diário de
Margarida)
Esta monstruosidade brada aos Céus e ao mesmo
tempo em que condena essa matança ignóbil, lança o
orvalho da sua Misericórdia sobre o clamor de tantas
almas esquecidas, abrindo-lhes as portas do Reino.
Como resposta a um tempo de brutalidade estas
multidões de crianças condenadas à morte antes de
nascer. A chave do Reino é o Batismo e a grande
noticia dada à carismática alemã é esta: “VÓS PODEIS
BATIZÁ-LOS”.
Modo Batizar
E Jesus dita à vidente o modo de se batizar as
crianças abortadas.
Oração Preliminar:
Os desígnios do Senhor permanecem eternamente
e os pensamentos de seu Coração , de geração em
geração....
Para livrar da morte as suas almas
E alimentá-las no tempo da fome. (Sl 32-11 2 19)
Recita-se o Credo
Aspersão de água benta na direção dos quatro pontos
cardeais
O Sacramento do Batismo
“Vós todos que nascestes ou que nascereis mortos,
que fostes ou sereis mortos nos seios maternos (e
aqui se diz nomes como Maria, José, João, Margarida,
etc. o santo do dia) Deus fará cair a água benta
sobre a cabeça das crianças e dará a cada um nome
particular).
Para que por Jesus Cristo possuais a Vida Eterna eu
vos batizo em Nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo.
Orações Finais
“Chamei-te pelo nome, és meu. (Is. 43,1)”.
Cantai ao Senhor um cântico novo. “Porque Ele fez
maravilhas”. (Sl 97,1).
Cantarei eternamente as graças do Senhor.” (Sl 88,
1).
Aleluia, aleluia, aleluia!
Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...
Jesus pede que se faça outras vezes, muitas
vezes: “Repete as Minhas Palavras. Apressa-te a afim
de que se leve a estas criancinhas, cujo numero
aumenta, o auxilio antes que seja tarde demais para
elas e para vós. O tempo urge. Lede os sinais dos
tempos”.
Segundo os autores desse relato, esta singular
fórmula de batismo é verdadeiramente surpreendente e
foi extraída do livro Matança dos Inocentes
ou Sangue que Clama aos Céus publicado pela
Fraternidade Missionária de Cristo-Jovem-Edições Boa
Nova-Sameiro-Braga-Portugal. Para quem quiser o
endereço: Rua do Moinho, 44, Algueirão, 2725- Mem
Martins-PORTUGAL.
Em Defesa da Vida
Depois de estar praticando a fórmula deste que
ganhei de algumas divulgadoras dos últimos pedidos
de Jesus e Maria nas diversas revelações, senhoras
que conheci em Joinville, Santa Catarina, quando fui
cobrir o Primeiro Encontro Nacional da Verdadeira
Vida em Deus (veja o link:
http://www.tlig.org/pg/pgJoinv0.html- as
revelações de Jesus a Vassula Ryden, em 2001):
Regina Turchenski-Rua Emiliano Perneta, 485- Centro
CEP 80420-080- Curitiba PR - Fones (41)
233-3146/233/ 233-6685-cel-(41) 9186-(8899); Iolanda
Cobalchini-Rua Anita Garibaldi, 264- apto 502-Centro-Canoas/RS
cep-92010-10- fones: (51) 479-6398 e (51) 9983-4818,
e Vera Scherer-Rua Teófilo Otone, Rua São
Luiz-Canoas/RS cep-92420-130- fone (51) 477-(7174),
conheci um jornal editado por um senhor: Sabino
Werlich, também de Santa Catarina, que se dedica a
divulgar material contra abortos chamado
Em
Defesa da Vida.
Todos podem participar desta obra, enviando
pequenas ou médias ou grandes colaborações para que
ele remeta jornais. Há ainda livros e fitas de
vídeos que podem ser adquiridos através de pedidos
pelo telefone: (48) 275-0357 ou diretamente pelo
endereço do jornal Em Defesa da Vida: Rua
Nossa Senhora dos Nascituros, 390
Portão-Centro-88470-000- Rancho Queimado-SC, que
podem ser úteis em palestras,encontros,etc.
Quem quiser entrar nesta luta terá entre outros
materiais, os seguintes livros: Abortar é Matar
de Frei Raul Sertã; Gianna Beretta Molla, de
Sabino Werlich; Mariettina, de Sabino Werlich;
São Miguel Arcanjo - O Vencedor de Lúcifer; Catecismo da Doutrina Cristã. Vídeos:
A
Dura Realidade-Especial para abrir uma palestra
sobre aborto-O Grito Silencioso-literalmente
necessário para todas as pessoas que não desejam
cruzar os braços diante do crime do aborto. Imagem:
Nossa Senhora dos Nascituros.
É possível ainda entrar em contato com o
Jornal da Infinita Misericórdia de Deus (Bittencourt
Editora-Rua Anita Garibaldi, 425-Itajaí-SC pelo
fone/ fax: (47) 348-3040 ou pelo email: jornallba @
terra com.br.
*
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1073&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1074&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1092&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1112&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1134&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1153&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1169&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1189&idCanal=25
http://www.comunidademayte.com/Portal/artigos.php?id=1205&idCanal=25
Queria terminar dizendo que participei desta
campanha contra a regulamentação do aborto em
Portugal ajudando a divulgar via internet este
apelo: “Há uma campanha internacional de oração por
Portugal, que se baseia na jaculatória ensinada por
Nossa Senhora em Fátima, com o acréscimo de
"preservai Portugal do aborto":
Ó Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do
inferno, levai as almas todas para o céu,
principalmente aquelas que mais precisarem.
Nossa Senhora de Fátima, preservai Portugal do
aborto.
Reze e faça rezar. Espalhe esta oração pelos seus
amigos do mundo inteiro.
“Coração Imaculado de Maria livrai-nos da maldição
do aborto”.
E fiquei muito feliz em saber que o plebiscito
foi anulado por uma percentagem mínima de votos, mas
conseguimos vencer esta etapa da batalha. |
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ENTRE A MULHER E A
SUA CONSCIÊNCIA (*)
Jose M. Raposo
Interrupção
voluntária da gravidez foi o assunto que levou os
Portugueses a um referendo e, sucessivamente, ao
voto para que fosse descriminalizado o aborto em
Portugal. Portanto vamos lá a chamar a coisa por um
nome que nós possamos todos entender.
O aborto
Em primeiro peço
desculpa às mulheres por ventilar este assunto, pois
que na maioria das vezes penso que isto só deveria
dizer respeito a elas e às suas consciências. Se bem
que a palavra aborto tenha vários significados,
estamos todos de acordo que neste caso se refere ao
que popularmente é chamado de desmancho, ou seja, a
interrupção voluntária da gravidez, com a expulsão
do feto.
Eu vi um dos debates
na R. T. P. I. e lamento que entre os senhores
palestrantes, juristas, advogados, médicos nacionais
e os que vieram de outros países, todos eles
letrados, que muito eloquentemente falaram e que
penso eu devem gozar de uma situação económica muito
estável, não estivesse também uma senhora que tenha
feito um aborto ou uma que houvesse procurado um
médico para o fazer, e que tenha sido aconselhada a
fazer ou não, a fim de que pudéssemos escutar as
razões que a levaram a optar pela escolha feita.
Quem melhor do que
uma mulher, nessas situações, para poder falar sobre
o assunto? Nunca um jurista prenhe de ideais e
direitos ou um advogado grávido de leis poderá
colocar-se no lugar de uma mulher que tenha sido
estuprada e que tenha de tomar uma decisão de
abortar, por trazer dentro de si um embrião que, ao
nascer, venha lhe recordar, a todo momento, o que
sofreu.
Nem eu, nem ninguém,
a não ser que o filho fosse meu. É aí que a porca
torce o rabo, porque se uma mulher estivesse grávida
de um filho meu, eu lutaria por todos os meios para
que esse feto viesse à vida e assumiria, perante ela
e o mundo, a responsabilidade que as normas morais
ou de conduta social me impusessem, em consequência
dos meus actos, a não ser que estivesse em perigo a
vida da mãe ou que fosse provado, sem dúvida alguma,
que esse feto não tivesse viabilidade de sobreviver.
Então, nesse caso concordaria que ela abortasse.
Bem, mas suponhamos que essa mulher é a minha
esposa, que o filho ou filha é meu, que o médico
aconselhava abortar e ela se recusasse
determinantemente, por motivos religiosos ou por
instinto maternal ela colocasse em primeiro lugar a
vida do filho... Vamos supor, ainda, que o filho não
fosse meu...
E agora?
A solução não é
fácil, mas também não é difícil.
O que se passava em
Portugal é que as senhoras ricas iam a Paris ou
Madrid interromper a gravidez e as mulheres pobres
faziam os desmanchos com os cabides, sem condições
algumas, vindo muitas delas a perecerem devido a
hemorragias e infecções.
Se bem que eu
discordo completamente que o aborto seja usado como
controlo da natalidade, a mulher Portuguesa, seja
ela de qualquer condição social, deve ter ao seu
dispor, no seu pais, o que as damas ricas iam buscar
ao estrangeiro.
E quanto a esses
senhores e senhoras que pensam que têm o poder de
ditar a uma mulher o que ela deve fazer com o seu
corpo, só posso dizer que estão enganados.
A mulher que
engravidou, mesmo que em certos casos não tenha o
direito absoluto de fazer um aborto, quer queiram,
quer não, tem o poder. O corpo é dela. Ela pode nem
dar satisfações a ninguém e isso é entre ela e a sua
consciência.
* Este
artigo foi publicado no Jornal Tribuna Portuguesa na
Califórnia, USA |
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CONSIDERAÇÕES
SOBRE O ABORTO
Celito Medeiros
De início à minha
prosa, dizer que sou contra a legalização do Aborto.
Com lei ou sem lei o
aborto sempre aconteceu e acontecerá, sabemos disto.
Assim outros tipos de
crimes.
Nenhum motivo com
parecer justo me faria mudar de postura.
No passado fomos
considerados ANIMAIS racionais e que uma fêmea por
ser o estabelecimento do produto à gestação, teria
direito pleno de decisão.
Não somos animais e
uma mulher não é uma fêmea, é feminina.
Também nós homens não
somos machos, somos masculinos.
Quem não observar
tais diferenças, não terá parâmetros.
Somos GENTE e muitos
animais possuem razões mais explícitas.
Muitos pais ainda
perguntam a seus filhos o que eles desejariam 'SER
quando crescer'?
Ora, já é tempo de
mudar a pergunta para:
O que desejam TER
quando crescer?
Afinal, já são homens
ou mulheres que ainda não cresceram! JÁ SÃO!
O que precisam é
saber o que desejam ter?
(Uma casa, um carro,
um esposa ou marido... Etc.)
Assim, precisam saber
o que FAZER para ter tudo isto.
É uma questão
cultural, assim como muitos que pensam serem um
corpo, quando de fato, apenas possuem um corpo.
Não são o próprio
corpo, são algo mais e habitam um corpo.
Pois bem, desde a
concepção um corpo já é uma vida.
Ser mãe ou ser pai é
muito mais do que a BIOlogia ou a Genética de um
corpo.
Assim, uma nova vida
que uma mãe abriga em seu corpo, independe de
paternidade e, se for detectado que este corpo não é
saudável, não se tem o direito de tirar esta vida.
Alguém poderia matar
um corpo de um ancião doente e ainda vivo?
Uma criança tem
preferência legal à vida, NÃO mudemos isto.
No mínimo seria
necessário o consentimento da própria pessoa.
Muitos devem ter lido
sobre um gênio do passado, cuja mãe tinha todos os
motivos para fazer o aborto, mas resistiu.
Contrariou a todos e a tudo. Se humanos erram,
ciências, filosofias e religiões também. Se todos
fossem éticos, não precisaríamos de moral –
resultado das leis.
"Deficiente"
É aquele que não
consegue modificar sua vida, aceitando as imposições
de outras pessoas ou da sociedade em que vive sem
ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
É quem não procura
ser feliz com o que possui.
"Cego"
É aquele que não vê
seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E
só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas
dores.
"Surdo"
É aquele que não tem
tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo
de um irmão. Pois está sempre apressado para o
trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo"
É aquele que não
consegue falar o que sente e se esconde por trás da
máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
É quem não consegue
andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem
não consegue ser doce.
"Anão"
É quem não sabe
deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior
das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis"
são todos que não conseguem repartir.
“O homem é o que ele
faz, nem sempre o que ele diz ou dizem que ele
fez”!
Saudações fraternas,
www.celitomedeiros.com |
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ABORTO – CRIME CONTRA A “VIDA”
(“Jornal do Incrível” n.º 372, de 30/12/86)
“E
a conclusão de TEILHARD que citaremos, é esta:
“Nós somos logicamente levados a conjecturar, em
todos os corpúsculos de Matéria, a existência
rudimentar (num estado infinitamente pequeno, isto
é, infinitamente difuso) de alguma “psique”.
Portanto, para THEILHARD DE CHARDIN, já existe
alguma coisa, como a que chamámos ESPÍRITO, nos
elementos mais simples da Matéria, isto é, nos
protões, nos neutrões e nos electrões que entram
em toda a matéria durável.”
(Jean E. Charon – “O Espírito, Esse
Desconhecido…”)
Das
muitas cartas que continuamos a receber para esta
Secção, o que demonstra o interesse dos leitores
em assuntos do foro místico e espiritualista,
seleccionámos hoje a pergunta seguinte:
“Se a alma só entra no corpo na altura do
nascimento, pode concluir-se que não há crime na
prática do aborto, porque é apenas destruído um
corpo físico?” – Rosa S. Vaz – Carcavelos.
Sua pergunta, aparentemente simples, suscita uma
resposta complexa que vamos tentar sintetizar. O
aborto, como certamente sabe, tem sido objecto de
muita controvérsia, especialmente na última
década, preocupando os Governantes de países super
populosos, juristas, sociólogos, economistas e
movimentos feministas.
Há muitos anos atrás, BERTRAND RUSSELL intitulava
uma colectânea de ensaios, sob o título “A
HUMANIDADE TERÁ FUTURO?” A pergunta estava em
paridade também com ecologistas e políticos que se
angustiavam com a necessidade de controlo da
população no Planeta que, continuando a crescer
desenfreadamente, tornaria o próprio sucesso
biológico da Humanidade numa assustadora
catástrofe: a FOME e a ASFIXIA por falta de
espaço.
Alguns países têm tomado medidas para evitar o
aumento demográfico, quer através de programas de
planeamento familiar, voluntário, quer intervindo
no controlo da natalidade, quer ainda, tornando o
ABORTO livre, conseguindo-se alguns resultados
que, geograficamente, estão muito desnivelados.
Enquanto a população do Mundo era de mil milhões
em 1850, chegámos a quatro mil milhões em 1980 e
prevêem-se cerca de sete mil milhões no fim do
século XX. De acordo com estudos feitos, se a
população não estabilizar em sete mil milhões e
meio, o Planeta caminhará rapidamente para a
extinção, que acontecerá pela Fome, ao atingir os
nove mil milhões de pessoas.
Antes, certamente, pensamos nós, o Homem
descobrirá soluções que passam pelo aumento
indispensável da produção de alimentos em maior
escala (sem considerar os transgénicos), e com
técnicas mais aperfeiçoadas, recorrendo a
manipulações de ordem genética que, sem recorrer à
coerção da natalidade, limitarão a proliferação
demográfica da Humanidade para não chegar a níveis
catastróficos.
Cara leitora, este prólogo não é para dizer que é
necessário ou legítimo o aborto, aliás previsto
como crime pelo nosso Código Penal e ainda punido
com pena de 2 a 8 anos de prisão. (1) Sabemos que
certas feministas defendem o direito da mulher
dispor livremente do próprio corpo e de abortar um
feto ou embrião em gestação. De resto, em certos
países, entre eles Portugal, há permissão legal da
prática de aborto para casos de gestação,
clinicamente diagnosticados, de fetos que viriam a
nascer deficientes, ou quando o parto apresente
risco de vida para a mãe.
Não cabe aqui discussão sobre as razões éticas,
sociológicas, legais, ou mesmo religiosas, sobre o
ABORTO. Cabe-nos, todavia, informá-la da nossa
opinião particular, sob a nossa óptica
místico-espiritualista, à luz do tema anterior que
suscitou a sua pergunta: a Reencarnação.
Coerentes com o que dissemos anteriormente,
lembramos que, efectivamente, a ALMA só entra no
Corpo com a primeira inspiração, aquando do
“NASCIMENTO” da criança, mas esse facto – segundo
as Leis Cósmicas Naturais – não autoriza nem
legitima a prática de um aborto, mesmo quando
clinicamente se saiba que a criança nascerá
deficiente, contrariamente à excepção da Lei.
Queremos esclarecê-la que não o afirmamos por
motivos morais atentatórios do conhecido “Direito
de Nascer”, nem por razões do foro religioso, como
são vulgarmente entendidos. Somos pelo “Direito de
Nascer”, mas por razões mais profundas. É que em
resultado do muito que pesquisámos sobre o assunto
– que durante alguns anos desafiou os nossos
conhecimentos, sempre insuficientes – fomos
levados a concluir, com isenção ética, emocional e
psicológica – que o Aborto é, em primeira análise,
uma violação à escolha “pré – determinada” que a
Alma faz de um determinado Corpo (Alma no sentido,
já antes aqui expresso, de segmento da Alma
Universal, autoconsciente da sua individuação). Em
segunda análise – talvez mais seriamente – o
Aborto é um atentado manifesto contra a “Vida”
imanente em todas as coisas da Criação, incluindo
aquelas que denominamos físicas, materiais,
inanimadas.
Repare a leitora que usámos o termo “Vida” com
aspas, para distingui-lo do termo Vida,
habitualmente entendido como designando, quer um
princípio VITAL, Consciência Anímica ou Alma, nos
Seres Humanos e nos animais, quer no sentido de
Existência, acção de existir, de viver neste
mundo.
Para que essa “Vida”, que enfaticamente
preservamos do Aborto, fique claramente entendida
pela nossa leitora – e outros leitores –
introduzimos-lhe agora, como sinónimo, o vocábulo
“Espírito” (sem o confundir com espectro, ou Alma)
plenamente usado pelos sábios e místicos antigos e
mais actualmente até por físicos ou, como citámos,
pelo Padre Jesuíta e antropólogo Teillard de
Chardin, cuja sabedoria veneramos.
Essa “Vida”, ou “Espírito” na acepção Rosacruz da
Amorc, podem ser melhor entendidos como uma
energia vibratória que participa na adesão, coesão
e atracção das coisas materiais, nos átomos,
protões e electrões, e no seu movimento, pois,
como é sabido, tudo na natureza é móvel, tudo
vibra, nada está realmente inanimado na “matéria”
das pedras, das plantas, dos objectos, dos animais
e das pessoas.
Todavia, esse “Espírito” que instila “Vida” a
todas as coisas do Universo, deve ser compreendido
como Essência Criativa e Construtiva, como
sublinham as religiões orientais, e ainda
entendido como dimanado da mesma Fonte Divina de
todas as coisas; melhor dizendo, do Inominado
Autor Supremo e Grande Arquitecto da Criação.
Assim, o Aborto é um flagrante crime contra essa
Energia que permeia, sustenta e equilibra o Cosmos
Físico, e também contra a própria Alma Universal,
que precisa do Homem para suas experiências e sua
evolução humanas.
VITOR DE FIGUEIREDO, FRC
(1)
Adenda de Julho de 2006: Temos sabido de várias
aplicações de penas, bem menores, e até penas
suspensas, quer a parturientes que se submeteram a
abortos ilegais, em clínicas clandestinas, quer a
cúmplices e a médicos ou outros indivíduos que
praticaram abortos nessas mulheres, levando-nos a
crer que a Lei tenha sido alterada entretanto,
decorridos quase 20 anos à elaboração da resposta
à leitora. A tendência, em face de manifestações
de grupos de mulheres nas portas dos Tribunais,
desejando impor a despenalização do crime, parece
caminhar para irem conseguindo penas leves ou
mesmo suspensas, ou, num futuro, sem pena alguma.
De resto, o assunto em Portugal tem sido muito
debatido e controverso, quer por partidos
políticos quer por associações de mulheres que
pugnam pela liberdade do Aborto. No passado, um
Referendo foi feito no país, com resultado
negativo, e discute-se de novo a necessidade de um
outro que possa vir a ser positivo, isto é,
liberalizando a prática do aborto que, em
alternativa, muitas vezes ainda é praticado por
mulheres portuguesas em Espanha ou outros países
estrangeiros onde é livre. |
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O QUE O
ABORTO MATA É OU NÃO UMA VIDA HUMANA?
Autora:
Zilda Santiago Maciel
E. Schrodinger ,
foi quem pela primeira vez, anteviu o código
genético ligado aos cromossomos: “são esses
cromossomos, ou, apenas um filamento esquelético
axial daquilo que realmente vemos ao microscópio
como um cromossomo, que contêm em algum tipo de
código, todo o padrão do desenvolvimento futuro
do indivíduo e do seu funcionamento no estado
maduro”. (O
Que É A Vida Pg 33)
Dr.Bernard Nathanson ,
considerado O Rei do Aborto, diretor então da
maior clínica para abortos em NY, conhecida como
o Centro de Saúde Sexual, onde foram realizados
mais de 60.000, na década de 60, tendo sido
5.000 com as suas próprias mãos. Um dos
responsáveis diretos pela legalização nos EUA.
Tinha à seu serviço
10 cirurgiões mais 35 médicos. Praticavam mais
de 100 abortos por dia, inclusive aos Domingos
parando apenas no Natal.
O que pode levar,
um homem, um cientista cético, um ginecologista
que se comprometeu tanto, segundo suas próprias
informações, com a ética, a mudar completamente
de atitude, a não ser em conjunto com a sua
inteligência, fortes argumentos científicos? Em
uma conferência proferida no Colégio Médico de
Madrid, cujo texto foi publicado na revista “Fuerza
Nueva” ele narra sua conturbada
trajetória como ABORTISTA, que procuraremos
resumir:
– Ele esclarece
sobre as técnicas de propaganda usadas para
convencer as pessoas que era
necessário legalizar o aborto;
– Mentia,
falsificava as estatísticas, as pesquisas,
alterava os números para ganhar adeptos como
nossos políticos em tempo de eleição;
– Fazia da Igreja
Católica o bode expiatório para culpar pela não
aprovação (assim como as apologistas do aborto
acreditam que seja uma questão religiosa);
– Diz então que ao
receber o convite para dirigir o Serviço de
Obstetrícia do Hospital São Lucas em NY,
aceitou, criando, não por acaso, o serviço de
fetologia podendo com este estudo comprovar...
“Que o feto
é um ser humano com todas as suas
características e deve outorgar-se-lhe todos os
privilégios e direitos de que desfruta qualquer
cidadão (...) hoje com as técnicas modernas, se
podem até tratar muitas enfermidades, quando a
criança ainda está no interior do útero,
inclusive fazer cirurgias. São estes argumentos
científicos que mudaram meu modo de pensar (...)
se o ser concebido é um paciente que pode se
tratar, então é uma pessoa, e se é uma pessoa
tem direito á vida, e nós devemos conservá-la.
Como cientista, digo que a vida começa no
instante da concepção e deve ser inviolável.
Ainda que eu não professe nenhuma religião,
penso que existe uma Divindade que nos ordena a
por fim a este triste, inexplicável e vergonhoso
crime contra a humanidade. Se não sairmos
vitoriosos e esquecermos nossa completa
dedicação a esta causa tão importante a história
nunca nos perdoará (...)”
Hoje o
Dr.Nathanson
é um dos maiores defensores da vida, e,
juntamente com sua equipe realiza mais de 50
tipos de cirurgias no interior do útero para
salvar e favorecer a vida do feto e acrescenta:
“Penso que
quando se permite o aborto, permite-se um ato de
violência mortal, um ato deliberado de
destruição e, portanto um crime”.
Sim, amigos, o que o aborto mata é um ser humano
e não é uma questão religiosa, mas uma questão
de vida ou morte.
As apologistas do
aborto, em total ignorância científica, costumam
dizer que o que o aborto mata é apenas um
amontoado de células, ou como disse
Molly Yard,
uma das maiores defensoras Americanas do aborto,
“pode-se
comparar a uma extração de dente”.
Esquecem ou não querem saber, que quando se dá o
encontro gamético, produz-se ali, e sem a ajuda
da mulher, a primeira unidade da vida, a célula
ovo, contendo então toda herança genética do pai
e da mãe... a
primeira unidade da vida humana... “Com
todos os requisitos científicos necessários para
a caracterização da vida como: alto grau de
organização, poder de transformação da matéria
em energia e auto-reprodução (...) Esta é a
história de cada um de nós:
Todos Um Dia
Fomos Uma Célula-Ovo”.
Ainda como
comprovação da realidade médico-biológica da
vida intra-uterina, podemos citar o fato do
bebê, Samuel Armas, que com apenas 21 semanas de
gestação, após o diagnóstico com 14 semanas de
que o feto era portador de
Spina Bífida,
foi submetido a uma cirurgia na Universidade de
Vanderbilt-Tennessee pelo
Dr.Joseph
Bruner
e sua equipe que realizaram em caráter
experimental. Aos pais, Julie e Alex, foi
colocada duas opções:
Abortar ou Operar
(o primeiro
filho), e eles optaram pela ética
moral e pela valorização da vida. A cirurgia foi
bem sucedida; corrigida a deformação da coluna,
o feto deu seu grito de vida segurando o dedo do
cirurgião, fato fotografado por Paul Harris. Um
fato realmente inusitado. Samuel nasceu em
02/12/1999 e hoje corre na Internet foto da
cirurgia e do garoto já com oito meses de
nascido.
Outros fatos
comprobatórios, do óbvio, poderíamos citar, mas,
já nos alongamos por demais. Gostaria de lembrar
que não devemos nos impressionar com a linguagem
fictícia e camuflada dos abortistas que tratam
tema de
Morte sob a capa de “Interrupção
da Gravidez”,
Caso de Saúde
Pública,
Proteção ás
Mulheres Pobres,
Direito de
fazer o que quiser com o
próprio corpo...etc.
Tudo mentira e conversa sem fundamentos para
enganar os incautos. Decidir se quer parir ou
não? Negativo; deve decidir se quer engravidar
ou não, para mais tarde não ter que
Assassinar. Quanto a usar o corpo
como queira, também concordo desde que o façam
com dignidade, com ética respeitando-se, e,
quanto ao outro corpo está claro:
É Outro, não é dela, interage com
a mãe para proteger-se como está demonstrado em
estudo publicado pela revista
Nature
(27/08/98)... “Está
demonstrado a existência de um mecanismo
bioquímico de defesa do feto.
ele produziria uma
enzima -IDO-, capaz de eliminar triptofano, um
aminoácido que ativa a produção de células de
defesa tipo T da mãe”. A pesquisa foi
realizada por sete autores, liderados por
Andrew L. Mello
do Medical College, Geórgia, EUA, e coloca em
xeque o argumento de que a mulher tem o direito
de decidir se o embrião vai viver ou morrer, ele
produz substâncias apropriadas para manter-se
vivo, e não ser eliminado como um corpo
estranho, pelo sistema imunológico da mãe.
É aterrador, que a
ignorância, que a bestialidade reinante nos
obrigue a estarmos defendendo o que é óbvio:
O DIREITO Á VIDA.
Um outro grande
engano que cometem os apologistas do abortamento
é divulgar que legalizado o aborto é seguro...
Não é seguro e mesmo legal jamais será moral...
Diz a investigadora
Ann
Saltemberger:
“O
que é que eu
aprendi em três anos de estudo dos efeitos do
aborto legal? -Que existem inúmeras complicações
e que não existem garantias de uma passagem
segura. Nenhum médico, nenhum hospital, nenhuma
clínica pode garantir a uma mulher que ela vai
sobreviver a um aborto legal”.
Para finalizar
lembro o fato mais recente de Amillia Taylor,
que nasceu com menos de 22 semanas de gestação,
pesando 280 gramas e considerado pelos médicos
como um
milagre (palavra usada quando não se
consegue explicar algo). Do tamanho de uma
caneta desafiou a ciência... nasceu, e já está
com quase dois quilos (notícia de 20/02/2007 –
http://g1.globo.com/noticias/)
A luta
prosseguirá, e o bem haverá de sobrepujar o mal.
“Ah! Vida, que
esquecemos de agradecer, mas lembramos de
macular. Perdoa-nos. Vida Minha! Vida Nossa!
Fossem HOJE as nossas mães
Abortistas e não seríamos
co-partícipes da criação, progredindo e
colaborando para o progresso geral”.
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Por compreender que a vida está presente na
mínima partícula existente no Universo, esteja
ela ao alcance das nossas percepções, ou
imperceptível às nossas limitações, é que faço a
defesa do direito à vida condenando um ato tão
covarde quanto o aborto! Sei que o direito a
vida é um dos mais sagrados, implícito e
explícito nos primeiros códigos de leis morais
do mundo.
Ao falarmos em
mundo, infelizmente acode-nos à mente uma imagem
simbólica: a gota abrindo um círculo no espelho
das águas, e o mundo interior dos seres em suas
diferenças infinitas de etapas evolutivas.
Estamos em franco progresso intelectual e dando
mostras de terrivel estagnação moral, diante do
caos em que o mundo se transformou a partir do
nosso próprio, íntimo! É a hora e o momento de
agirmos mais conscienciosamente, defendendo a
vida, não só de animais (ditos irracionais) em
extinção, mas a própria espécie, que parece
querer sucumbir além da moral, fisicamente!
Raciocinemos: se sentimentos e
sensibilidade são proporcionais ao progresso
evolutivo de cada ser, é muito sintomático o
primitivismo de que tem dúvida sobre se defende
ou não a própria espécie, seja em que
circunstância for. Há, hoje em dia, inumeráveis
meios contraceptivos para se evitar uma gravidez
indesejada.
Não há
dúvida: não ao aborto! Não à morte de um ser
indefeso, que em seus primeiros sinais de
existência na organização das células físicas já
conta com "mãos divinas" a orientar-lhes o
processo. Respeite-se a entidade espiritual que
habita cada criatura de Deus, e que já está
ligada à célula no momento da concepção. Se
vem a gosto ou contragosto dos genitores, tem o
direito de viver! Se é fruto de estupro ou
qualquer outro tipo de violência, (bem
característicos em nossos tempos) que se
trabalhe um pouco a humildade em nome da Vida na
geração de um novo ser: quem sabe este contribua
para um mundo menos violento!
Senão entregue
aos cuidados de quem tanto sonha com a alegria
da maternidade/paternidade independente de ser o
filho(a) do próprio sangue. Se tem alguma
anomalia, trabalhe-se a dignidade e resignação
ajudando aquele ser até que, compraza ao Criador
da Vida, retirá-lo do palco da existência
onde às vezes veio, para enriquecer o pequeno
círculo (família) devedor de tal oportunidade.
No caso de, comprovadamente colocar a vida da
mãe em risco, aí sim... é um caso a ser estudado
criteriosamente e num consenso optar ou não pela
interrupção da gravidez. Com o avanço da
medicina e inimagináveis recursos existentes
para a defesa e manutenção da vida, supõe-se
cada vez mais rara tal possibilidade, comparada
ao passado. Super população? Ora, o infatigável
Trabalhador encarrega-se desse detalhe. Olhemos
à nossa volta, observemos...
Só quem
tem o direito de tirar a vida é quem a dá!
Este não nos tira nada, doa-nos
tudo, incansavelmente! Até mesmo a liberdade de
errar (por ignorância), para aprender. Fez-nos
assim à sua imagem: imortais! Somos credores da
herança que habita latente em cada um:
O
AMOR! Quem ama não mata, vive e dá
oportunidades infinitas para o outro viver e
amar também. Como aprendizes de amor devemos
saber que todo crime é antítese de virtude.
Complementando: não, nem do nosso corpo somos
donos, até o corpo que usamos é um empréstimo
temporário para usufruto enquanto estamos em
aquisição das virtudes que enriquecem o Ser
Essencial, imortal, alma ou espírito, como quer
que o definamos! Saibamos trabalhar melhor o
nosso discernimento moral. Sei que tudo o que
aqui está dito, está também gravado na
consciência de cada um como valor ético e moral.
Que ELE cresça em nós e nós NELE!
Marilú Santana -
Recife, 23/02/2007
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O DIREITO DE
NASCER
Victor Jerónimo
Não vou escrever
sobre religião ou direitos humanos.
Vou escrever apenas
sobre A VIDA.
Vida que existe
desde um átomo até uma supernova e onde nós
estamos incluídos como seres pensantes e com alma
para tentarmos decifrar a criação da vida e o
futuro da humanidade.
A vida começa
quando duas células ou seres unicelulares se
reproduzem e isto está provado pelos cientistas.
Aquele pequeno
momento da união cria uma vida que ficará em
gestação até ao desenlace final que é o
nascimento.
Comentar que um
pequeno ser humano ainda não tem forma até às 10
semanas, não quer dizer que essa vida não exista.
Nenhuma causa
social é razão para se tirar a vida a um pequeno
ser em gestação.
Por falsos
comodismos o homem e a mulher na relação sexual
não usam tudo o que a ciência, pos à sua
disposição inclusive a pílula do dia seguinte.
Mesmo na violação
não existe razão para o aborto, antes o Estado
deveria apoiar a gestante grávida, assim como a
sua família e dar-lhe desde o apoio psicológico
até à criação e educação da criança.
O homem torna-se
deus e criador, assim como decide sobre a vida e a
morte, entrando nos caminhos obscuros e ainda não
compreendidos da Criação.
E não está em causa
os direitos da mulher e sua liberdade, mas sim o
direito de um pequeno ser a que lhe é negado o
direito mais elementar da vida, O DIREITO DE
NASCER.
Recife, 23.Fev.2007
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SOM: La cathédrale engloutie - Prélude nº 10 - Claude
Debussy (trecho)
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