HOMENAGENS DE POETAS

AO GRUPO ECOS DA POESIA

 

À Minha Família Ecos
Marise Ribeiro

Hoje comemoro um ano
da minha acolhida nesta família
e, salvo algum engano,
sou, neste lar, a caçulinha filha.

Outros vieram depois de mim,
mas como a poesia me descobriu só há 14 meses,
ainda não surgiu poeta tão novo assim
que tenha escrito menos vezes.

Sinto-me privilegiada de estar aqui
entre os melhores escritores da internet,
foi neste grupo que a evoluir aprendi,
isto é certo e inconteste.

Ao Victor e à Mercedes sou agradecida
por terem acreditado na minha nova investida,
além de excelentes poetas e escritores
como pessoas são verdadeiros amores.

Também às estrelas de nossa constelação
mando o meu beijo de gratidão.
Aprendi a admirá-los e respeitá-los
e espero jamais decepcioná-los.

No Ecos encontrei carinho, amizade
e tem sempre talento novo chegando,
mas outros se foram, deixando saudade:
é a roda-viva se movimentando.

Não posso deixar de citar alguns
para aliviar esta grande emoção,
todos para mim são incomuns,
pois terão sempre lugar em meu coração.

Carmo Vasconcelos, a quem chamo de mestra,
tem a diversidade sonora de uma orquestra...
Zena Maciel, que já havia me conquistado no virtual,
inundou de poesia a minha vida real.

Arneyde, a eterna romântica,
adoça com mel e amor minhas agruras...
Theca Angel, com sua perfeita semântica,
às vezes some e me deixa com gastura.

Nelim pinta os dias com delicadeza
e canta a vida sempre em harmonia...
Jorge Humberto, que poeta com destreza,
põe nas palavras a tinta da nobreza.

Antonia, nossa Tiliacheirosa,
lapida a poesia tornando-a uma pedra preciosa...
Jorge Linhaça, aquele que leva fama sem proveito,
com as mulheres, faz sempre dueto perfeito.

Sueli demora, mas aparece,
trazendo um canto que me aquece
e a paixão gritante de Carmen Ortiz
também harpeja como um anjo que bendiz.

Antonio Castel-Branco junto com sua Paula
diariamente, em letra e cor, me dão uma aula.
Sinto falta quando não encontro aqui
os belíssimos poemas de Faustopoti.

Saudades de João de Assis,
o poeta dos encantos e desencantos...
De Ilka Vieira, minha madrinha, serei sempre aprendiz,
pois a ela devo todos os meus cantos.

Cill, além dos bons dias dançantes,
compõe pinturas poéticas fascinantes...
Paulo Nunes chega com sua mensagem
puxando a poesia sempre em bela carruagem.

Lá de Rosário, vem a querida Alfonsina
dominando o português, nem parecendo argentina...
Lenya Terra, ao voltar de Portugal,
nos dirá que a Antologia teve um sucesso "bestial".

Eliane Gonçalves, no Orkut abriu o seu barzinho
e quando nos visita abre seu belo coraçãozinho...
Meu poema de uma tristeza sem fim
ecoou mais bonito num dueto com a Célia Jardim.

Gerson Filho também já foi parceiro,
falando de um coração traiçoeiro...
De Tonho França já admirava a poesia
antes que ele viesse para nossa companhia.

Rui Pais com seu olhar na natureza
é uma referência na literatura portuguesa...
Naidaterra mal chegou,
com seus escritos me conquistou.

Acho bom parar aqui, senão poderei cansá-los
e, aos que faltaram, gostaria de citá-los,
mas como o agradecimento ficaria muito enfadonho
tenham a certeza de que fazem parte deste meu sonho.

Coloco-os todos no céu, lá em cima,
em ordem alfabética e sem rima,
para mostrar que sem preferência
curvo-me a todos em reverência.

15/06/06

O GRUPO ECOS DA POESIA
Rui Pais

Tenho o prazer de participar do GRUPO ECOS
Acolhe a todos com muito carinho nos versos.
É uma associação de trovadores Luso-Brasileira
E Latina do Sul. A poesia tem uma só bandeira!

Expressamo-nos através da língua de Camões…
Portugal e Brasil põem na relação os corações!
O insigne poeta que exaltou a nação Lusitana…
Pátria dum tempo ilustre de que hoje se ufana!

O Castelhano também falado no idioma de Cervantes…
Somos todos cavaleiros, esses trovadores errantes.
Poetas aprendizes que percorrem terras da Mancha…
Já lemos sobre Dom Quixote, Lucineia e Sancho Pança!

Grupo bilingue que tem como elo os versos…
Reina grande harmonia em nossos universos.
O GRUPO ECOS progride com enorme mérito…
Vê nos seus membros a razão deste êxito!

Rui Pais
10/06/2006

ECOS NA UNESCO

Mercêdes Podeus

 

E m uníssono ecoam brados de alegria no meio poético

C oncomitantemente um grupo os recebe muito eufórico

O mais alvissareiro eco tem origem na UNESCO

S omos um grupo que agora faz parte de seu contexto.

 

N a alegria de todos repousa o sereno orgulho

A notícia se espalha e ultrapassa os continentes

 

U nited Nations Educational Scientific and Cultural Organization

N ações ali abrigadas por área de interesse

E o nosso Ecos_da_Poesia nela ocupa seu espaço

S endo “organizations” e sua natureza “casa da poesia”

C oragem e intrepidez ao criar o Ecos e levá-lo adiante

O projeto que hoje é realidade, entoa um cântico radiante.

 

Recife, 15 de fevereiro de 2005

 

Publicado em:

- 2ª Antologia Literária organização do Grupo Ecos da Poesia “DOIS POVOS UM DESTINO”, (2006) 39 autores, 6 países, edição a cargo da Editora ABRALI

ISBN 85-905170-5-5

 

Poeta em Ecos

Mercêdes Pordeus

 

Poeta, tu que primas pelos sentimentos

Expressa-os, libera-os nesse momento

Fazei com que ecoem aos quatro cantos

Tal qual uma rosa dos ventos, teu encanto

 

Para o norte, teu brado forte

Liberto como uma borboleta

E do beija-flor a mesma leveza

Conservando teu belo porte

 

Libera-o também para o sul

Preservando teu sonho azul

Como as primícias desse sonho

Que te fazem embalar risonho

 

Para o leste, emana o que te reveste

Como se fosse um corpo celeste

Reluzindo nesse  indo e vindo

A inspiração que no além resplandece

 

Ao oeste, ah! poeta grita alto não segreda

Para que o sequioso restaure a esperança

De  que na tua poesia, se embale a bonança

De ver se dissipar da sua vida a vereda

 

Depois de aos quatro cantos cantar

Na colateralidade, tua mensagem

Há de ensinar o sentido do verbo amar

Para quem em ti acredita, no Ecos venha poetar.

 

30/08/2004

 

Publicado em:

- 1ª Antologia Literária do Grupo Ecos da Poesia “O FUTURO FEITO PRESENTE, (2005) 27 autores, 4 países, edição a cargo da Editora ABRALI e apoio do Jornal Mundo Lusíada e Casa de Portugal em S.Paulo. ISBN 85-9051170-1-2

 

O FUTURO FEITO PRESENTTE
Marcial Salaverry
 
O futuro feito presente,
é algo que se pressente...
O futuro pode ser duro...
Depende de como se tente,
depende de como se sente...
E no Futuro Feito Presente,
vemos um futuro de presente...
É bom no momento presente,
ver como o futuro se apresente,
Poetamigos presentes,
poetamigos ausentes,
que nos deram este presente,
que nos receberam tão ternamente,
com amizade e carinho, simplesmente,
recebam este abraço amigo terna
e eternamente agradecido...
 
Marcial Salaverry

 

O FUTURO FEITO PRESENTE
Victor Jerónimo

No princípio foi a idéia, apenas uma idéia
Daquelas idéias que nascem luminosas,
Das que se acendem como uma candeia,
E nos fazem sonhar além das Estrelas.

Depois veio o analisar,
Fazer trabalho, pesquisar.
Para os amigos contar
E avançar, firmar, contratar.

Então, essa idéia se transformou
Aos poucos foi criando raízes sólidas
E, como uma criança, também chorou.

E então, como num lindo amanhecer, despontou.
Despontou trazendo a nós, poetas sonhadores,
O Futuro Feito Presente, um presente para quem amou.

01.04.2005

O FUTURO FEITO PRESENTE

Victor Jerónimo

 

No futuro procuras as realizações

Que te podem conduzir aos sonhos,

Nunca antes conseguidos ou realizados

Às vezes por falta de força nos corações.

 

No presente tu sabes o que tens

E que mal ou bem tens uma realização,

Do que tinhas sonhado no passado

Passado futuro de realizações.

 

Passado, presente e futuro

Três contextos forjados a fogo

Que determinam as nossas vidas.

 

Mas do futuro fazes o teu presente

E com ele alcanças as tuas metas

Ou do passado construíste o presente.

 

03.02.2005

PARABÉNS AO ANINHO DO GRUPO ECOS DA POESIA

Victor Jerónimo

 

No alvorecer e começo dos tempos

O homem juntou-se aos seus pares,

Formando defesas contra os monstros

Que povoavam as florestas ou desertos.

 

Mais tarde e passados milénios, essa junção

Foi necessária para se defenderem da cobiça.

Seus pares se desuniram formando novas aldeias

Começou então a longa noite da desunião.

 

Hoje, os mais simples e comuns dos mortais

Procuram unir-se quer em clubes ou associações, 

Formam círculos de desporto ou cultura

Mas a desunião e a triste cobiça continuam.

 

Com o advento da internet, começaram a surgir grupos

Que partilham suas ideias e conceitos

Mas em que a posse, mesmo do virtual

Não promove a união e a amizade

 

Outros, os que lutam por união e paz

Não conseguem os seus objectivos,

São vitimas da maldade e preconceitos

Impedindo as realizações-mor da união.

 

Porém a unidade e os temas iguais de cada um

Mas onde podem existir divergência de opinião

Fortalece o querer e a amizade em comum

Dos que procuram na vida a paz e a união.

 

Nosso grupo, bem novinho

Está a fazer um aninho,

Mas dentro dos conceitos éticos
Procura e encontra essa união.

 

Bem-haja, homens e mulheres

Aqui reunidos em sã convivência,

Vós sois exemplo para o mundo

Vós mostrais a força maior da humanidade.

 

Que possamos dento de um ano aqui continuar

Mais fortes no saber amizade e querer

Que saibamos encontrar em nós a força

Do bem estar, alegria, amor e felicidade

 

Um rio nasce de uma fonte

Se desenvolve nos caminhos,

Onde outras fontes o tornam forte

Para enfrentar os desafios.

 

Que assim seja no Ecos da Poesia
E saibamos mostrar ao mundo,

Que ainda existem valores

Formados em torno da magia.

 

31.01.2005

Se gostou, deixe-nos o seu carinho no nosso LIVRO DE VISITAS se não gostou deixe-nos a sua critica.

A vida é feita de aprendizagens.

Obrigado

Victor Jerónimo

 

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